quinta-feira, 18 de junho de 2009

Aquilo não dito...


De incomum ser
me denominaram,
aqueles que a música negaram,
pois o tempo trouxe consigo o envelhecer...
Ao magnífico som da harpa,
Glamorosas notas borboleteiam,
Num oceano harmonioso, a caravela zarpa,
A cada onda, umas páginas se folheiam...
Longas frases que se encontram
Com as notas, formandos finas teias,
Afagando-te enquanto passeias...
Chorando lágrimas de cristal,
reflectindo cada passo teu,
Reflexo esse que me envolveu,
Tornando gotas numa poça irreal,
Quebrando-se, um espelho se formou,
Seu pequeno som pelo mundo ecoou,
Debaixo da estrela celestial,
como uma seta voou
Aquele ruído universal...
Calmamente ouço melodias,
Penso em ti por cada linha de teia,
Com notas e frases que amor semeia,
Saudades daqueles dias em que sorrias...
Memórias, oh memórias..
Dores que não desaparecem,
Tão doces... Tão ilusórias...
Momentos que me enlouquecem...
Ao menos se tivesse dito
aquilo que realmente importava
De mau... Já nada me lembrava...
É pena pois isso já tenho escrito...

4 comentários:

Mi Silveira disse...

sinceramente...faltam palavras, elogios que digam o quanto bem tu escreves.
de coração, parabéns!
um poema melhor que o outro! :]
Mi

Anónimo disse...

concordo com o anterior, gonsas escreve que nem um mestre. (o teu amigo/a é que nem por isso)
congrats brother.

Anónimo disse...

Tanta inspiração que eu te transmito*
Ouww tu tens uma maneira de escrevr linda, devias ir pra poeta :D
Parabéns pelo talento ^^
Beijinho


Ass: Paula

MAMT disse...

mesmo lindo O.O '$$
Sem palavras'(: